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Tarô

A tiragem de três cartas do tarô: a história mais simples e profunda em três cartas

O tarô tem «tiragens», onde várias cartas se colocam em posições concretas e se leem; entre elas, a mais básica e ao mesmo tempo mais usada é a «tiragem de três cartas». Tiras exatamente três cartas, colocas-las lado a lado e lês cada uma pelo significado dado à sua posição. Por mais simples que seja, as três cartas ligam-se num só fluxo, por isso conta até a um iniciante uma história profunda.

Às três posições pode dar-se significado de muitos modos. O mais usado é «Passado–Presente–Futuro»: um modo de ver de que fluxo chegaste aqui e agora, e para onde te diriges. Além disso, podes fixar as posições para as ajustar à pergunta que queres fazer: «Situação–Ação–Resultado» (a tua posição presente, a ação que poderias tomar e o matiz do seu resultado), «Corpo–Mente–Espírito» ou «Tu–O outro–A relação». O essencial é ler as três não em separado, mas como uma só história breve que flui da esquerda para a direita.

Ao ler, primeiro esclarece no teu coração o que queres perguntar; depois, após colocar as três cartas, sente com calma o que dizem nessa posição a imagem e os símbolos de cada carta. A primeira carta ilumina o esboço, a segunda o foco presente, a terceira o matiz por vir. Tecidas numa só, as três cartas muitas vezes reúnem um coração disperso numa imagem bastante clara.

Mas há algo a lembrar. A carta da posição final do «futuro» não é um destino pregado, mas só um «matiz de possibilidade» para o qual o fluxo presente se dirige se continuar. Se esse matiz não te agrada, podes mudar de direção quanto quiseres com as escolhas de hoje. Como a FortuneLeaf sempre faz, o que a tiragem de três cartas oferece não é uma adivinhação que fixa o futuro, mas uma reflexão suave que arruma pensamentos dispersos numa história de três cartas para que encontres a tua própria resposta, pois as cartas não marcam o teu caminho, mas são um espelho que mostra com clareza o coração que já conheces.

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Este conteúdo é de entretenimento e autorreflexão baseado na tradição e no simbolismo, não um fato científico.